
Os dias passam,
Os tempos param,
Em momentos
que outrora martirizam.
Aquele nunca verá
A dor da noite,
Este sempre
acordaa dor dos fechados olhos.
Molhada,
gelada, escorre,
Queimando a alma,
Como o calor de um dia de chuva.
E o corpo se contorce,
Em árduos incontroláveis.
As mãos se prendem ao chão,
que se prende a queda,
As mãos rasgam o que já não se têm.
Aquele se fecha e murcha......
E seca... E some......
E se converte em nada.
Jamily Ordônio
Um comentário:
Bem q a música diz neh:
Vc vai "viver menina,morrer poeta..." ♪
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