sexta-feira, 27 de março de 2009

Aquele


Os dias passam,

Os tempos param,

Em momentos

que outrora martirizam.

Aquele nunca verá

A dor da noite,

Este sempre

acordaa dor dos fechados olhos.

Molhada,

gelada, escorre,

Queimando a alma,

Como o calor de um dia de chuva.

E o corpo se contorce,

Em árduos incontroláveis.

As mãos se prendem ao chão,

que se prende a queda,

As mãos rasgam o que já não se têm.

Aquele se fecha e murcha......

E seca... E some......

E se converte em nada.


Jamily Ordônio

Um comentário:

Even disse...

Bem q a música diz neh:
Vc vai "viver menina,morrer poeta..." ♪